terça-feira, 8 de setembro de 2009
Sem Chances (versão Código Morse)
Seis horas da manhã e amanhecer em lugar estranho ao som de pássaros. Dois copos de água gelada pra acordar. 434 bem cedo para voltar para casa. Café simples. Jornal, internet e leituras. Planos para um quarto e sala no meio da selva de concreto. Almoço na casa da avó. Telefonemas. Desculpas aceitas. Planos de viagens. Banho. DVD do Hells Belles (muito direitinho...). Miojo. Rádio de música clássica. Anotações e colagens. Cama, apesar da festa na cobertura daquele débil mental.
Pré-Sal é o Escambau (versão Código Morse)
Café simples e rádio. Devolução dos filmes. Pagamento de contas. Visita à avó. Suco de uva e empadinha. Sebo de Ipanema. Nada de agendas da Taschen ainda. Discussão na Visconde de Pirajá sobre cachorro sem coleira. Almoço na padaria (sushi made in Saracuruna...). Revistas na banca, loteria e papelaria. Textos e colagens. Bateria. Ducha fria. Amendoim, água tônica e "Moby Dick" (versão John Huston, com roteiro de Ray Bradbury). Últimas notícias na CNN. Cama ao som de Ornella Vanoni.
La Sangre Del Mono (versão Código Morse)
Exame de sangue e café da manhã espartano. Compras no supermercado. Fio de tomada para o aparelho Revox B-77. Suco de laranja. Telefonemas e mais telefonemas. Almoço no Bob’s do Centro. Livraria Martins Fontes e encomenda das minhas H.Q.s do Torpedo "perdidas". Ônibus de volta. Trânsito caótico. Rádio. Bateria. Uma cerveja gelada e muito silêncio no escuro. "Unledded" do Page&Plant e salada de Tomate&Pepino. Música clássica e textos.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Frases Soltas no Gás Crabônico de Pitboyland (versão Código Morse)
"Agora que já acordou, vai buscar o jornal lá embaixo". "Tem salada de fruta na geladeira". "Pré-sal pra cá, pré-sal pra lá, e nem pra ela comprar uma peruca melhorzinha". "Tá de sacanagem? O Macauley Culkin tem esperma pra gerar um filho? Com quem?!". "Quando é que vocês recebem as agendas da Taschen de 2010 mesmo?". "Um suco de manga grande e um misto no pão integral". "Qual a graça em querer achar o Belchior?". "Guarda a caixinha". "Não é o Schwarzenegger, vó! É o Charles Bronson!". "Depois eu trago o Ultimato Bourne para a gente assistir, vó!". "Olha só, já telefonaram quatro vezes perguntando se eu queria um cartão Bradesco, e eu disse que não estava interessado...". "Pega meus filmes de terror que estão com o Zeca e a Dani...". "Tô no banho!!!". "Esse William Bonner nunca desiste de querer ser o novo 007, né?". "Diz que eu fui raptado pela Jihad Islâmica...". "Tô escrevendo!!!". "Boa noite, mãe".
Pitboyland que me aguarde (versão Código Morse)
Café, misto, iogurte e mamão. Textos e rádio. Livraria da Travessa (Moebius por 60 mangos cada? Vai direto pra lista de presentes de aniversário...). Namoro visual com o tênis atrás da vitrine. Provei um café da Starbucks pela primeira vez: quase tive um treco, de tão ruim (pena: o logotipo é legalzinho...). Locadora de filmes: peguei três e ganhei a pipoca. Almoço na avó: frango, arroz, feijão e salada. Na volta pra casa, passo por dois poodles se atracando (poodle devia ser proibido). Textos e rádio. Saudades sob um chuveiro de água refrescante. Telefonemas. Ruffles, cerveja e "Touro Indomável". Agendas. Última dose. Cama ao som de Jean-Michel Jarre.
O Governador de Sorriso Débil (versão Código Morse)
Café da manhã e rádio. Bainhas na costureira. Pesquisa de baquetas Ahead na internet. 532 até a PUC e entrevista rápida para o curso de extensão. Sanduíches no Subway e segundo filme do Arquivo X (fraco...) na televisão. Textos e rádio. Bateria. Histeria ufanista em Brasília. Inferno em Los Angeles. Demolição em Ipanema. Mais textos ao som de Rossini, Wagner e Charlie Parker. Pensamentos acerca de emboscada dupla no passado recente. Cama ao som de David Bowie.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Cabeça de Bagre a Dois Mangos o Quilo (versão Código Morse)
Cedo demais para acordar. Café, iogurte e sol nascendo. Rádio. Mais café. Ônibus pra PUC (432) e inscrição no curso de Letras. Trânsito caótico para uma quinta-feira. Faço o trecho de volta praticamente todo a pé. Parada estratégica para um misto e um suco grande de manga. Casa da avó: dois eternos minutos passando água gelada na cara. Anotações e iPod (Black Sabbath com Dio) enquanto espero a hora do almoço. Arroz, feijão, fritada, salada e um negócio com salsicha e cebolinha. Mais anotações em casa. Mais café e internet. Banho e televisão. Rádio e textos. Cama ao som de Bauhaus.
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