sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Existe Esperança para Artistas Bêbados (versão Código Morse)

Torrada, iogurte e café. Jornais. Ana Cañas e o sujeito da banda Beirut merecem liberdade. Daqui a pouco vão querer o dinheiro de volta toda vez que o Iggy Pop se apresentar e não tirar o bilau pra fora. Compras da semana. Batendo perna no Leblon e em Ipanema. Sol danado. Bate-papo com o vendedor de bala no ponto do ônibus. Almoço na padaria. Textos e mais textos. Mate gelado. Rádio e internet. Ducha fria. Noticiários e telefonemas agradáveis. Leituras. Minhas costas doem. Cama e muita água.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Filosofias (Parte Um: Nelsinho Piquet)

"Fui convidado a bater". A frase é do piloto de Fórmula 1 Nelsinho Piquet. Segundo fontes seguras deste vosso humilde jornalista desempregado, o sujeito é um mala e um playboy de Hardcore Brasília. Agora solta essa: "...convidado a bater...".
E por acaso tinha que fazer reserva ou trajar smoking, seu débil mental?!!!
Como diria o sumo-filósofo Robert de Niro, "GETTAFUCKOUTTAHERE"...

(Nota da Redação: Kirisoré não curte Fórmula 1...)

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Sábado From Hell (versão Código Morse)

Café tarde. Rádio, textos e telefonemas. Tempo nublado e abafado. Horda de maratonistas radicais no Monumento aos Pracinhas. Almoço no rodízio de comida japonesa em Ipanema. Sorvete Itália de sobremesa. Descanso em casa. Rádio e banho. Últimas notícias da França e do Gabão. 571 para o Flamengo. A mulher atrás de mim só fala besteira. Gol do Brasil, mas eu passo batido. Amigos, risos, gargalhadas, cerveja e cartas na mesa. Táxi de volta às quatro da matina. O motorista tem bafo e o carro tem cheiro de maconha. Capotamento humano.

Feriado em Pitboyland (versão Código Morse)

Café e jornais. Internet e notícias do Gabão. Idéias de colagens e camisetas. Encomenda de bootlegs. Loteria e banco. Almoço na padoca. Sneakers escondido. Baixa a borracha nos manifestantes, mas também baixa no Congresso. Rádio, colagens e textos. Banho. Encontro e reencontro com amigos no restaurante chinês de Copacabana. Quatro Bohemias e dois petiscos. Garçons bizarros. Fofocas, resumos e soluções. Volta pra casa. Cansado.

Sem Chances (versão Código Morse)

Seis horas da manhã e amanhecer em lugar estranho ao som de pássaros. Dois copos de água gelada pra acordar. 434 bem cedo para voltar para casa. Café simples. Jornal, internet e leituras. Planos para um quarto e sala no meio da selva de concreto. Almoço na casa da avó. Telefonemas. Desculpas aceitas. Planos de viagens. Banho. DVD do Hells Belles (muito direitinho...). Miojo. Rádio de música clássica. Anotações e colagens. Cama, apesar da festa na cobertura daquele débil mental.

Pré-Sal é o Escambau (versão Código Morse)

Café simples e rádio. Devolução dos filmes. Pagamento de contas. Visita à avó. Suco de uva e empadinha. Sebo de Ipanema. Nada de agendas da Taschen ainda. Discussão na Visconde de Pirajá sobre cachorro sem coleira. Almoço na padaria (sushi made in Saracuruna...). Revistas na banca, loteria e papelaria. Textos e colagens. Bateria. Ducha fria. Amendoim, água tônica e "Moby Dick" (versão John Huston, com roteiro de Ray Bradbury). Últimas notícias na CNN. Cama ao som de Ornella Vanoni.

La Sangre Del Mono (versão Código Morse)

Exame de sangue e café da manhã espartano. Compras no supermercado. Fio de tomada para o aparelho Revox B-77. Suco de laranja. Telefonemas e mais telefonemas. Almoço no Bob’s do Centro. Livraria Martins Fontes e encomenda das minhas H.Q.s do Torpedo "perdidas". Ônibus de volta. Trânsito caótico. Rádio. Bateria. Uma cerveja gelada e muito silêncio no escuro. "Unledded" do Page&Plant e salada de Tomate&Pepino. Música clássica e textos.